O clube de Vila do Conde, já desde há algum tempo treina na piscina da Póvoa de Varzim e são cada vez mais clubes a aderir à ideia de lá treinar também. O clube de Felgueiras conformou-se com esta ideia e actualmente treina em conjunto com a equipe vilacondense às sextas-feiras e sábados de manhã. Nós, vilacondenses, tal como os “foquinhas”, somos um grupo bastante unido, e nunca deixamos de o ser desde que os “foquinhas” nos acompanham nos treinos. Sempre fizemos questão que eles treinassem connosco e sempre nos esforçamos para
que fossem bem recebidos e houvesse integração no grupo. E acho que se pode dizer que há. Embora com idades distintas em ambos os clubes, os dois dão-se como se fossem um só: ajudam-se mutuamente nos treinos e isso é bastante bom, tanto a nível de treino, como a nível pessoal. Os treinadores são todos acessíveis, e nos dois treinos, nota-se que muitos atletas, principalmente os mais velhos, tentam não pensar “qual é o meu treinador”, e sim reagir de forma igual com todos, pois ali estamos como se fossemos uma equipe só.
O grupo dos “foquinhas”, visto de fora, é um grupo com espírito de união. Vê-se neles uma vontade de ir contra qualquer obstáculo e dificuldade. Eles não desistem! São lutadores, e isso na natação é importante. E este espírito transmite-se e reflecte-se em todos. A convivência entre os dois clubes faz bem a qualquer atleta que deles conste, pois é como se houvesse uma troca de ideias, e se um nadador se sente menos apto em qualquer tarefa, o mais certo é que algum, ou mesmo alguns membros do outro clube o apoie e ajude.
Como atleta, sinto que só o facto de lá estar gente nova, diferente do resto dos treinos da semana, ajuda a que o ambiente no treino mude, e dê uma maior vontade de estar no treino. À sexta-feira, já os nadadores de ambos os clubes sabem que lhes espera um treino em conjunto, e isso é bastante positivo, pois um treino com “gente nova” faz bem, treina-se melhor e há sempre “um pouco mais para falar”. Ajuda a quebrar a rotina que são os treinos diários. Já no treino de sábado, por ser de manhã, há “uma certa ausência” de nadadores, e portanto a presença da malta do Foca é importante e ajuda a que não se sinta tanto essa dita ausência.
Por tudo isto, com tantos aspectos positivos, é óptimo ter “os foquinhas” por perto a fazerem-nos companhia. Espero que assim continue por muito tempo, se assim for possível.
O grupo dos “foquinhas”, visto de fora, é um grupo com espírito de união. Vê-se neles uma vontade de ir contra qualquer obstáculo e dificuldade. Eles não desistem! São lutadores, e isso na natação é importante. E este espírito transmite-se e reflecte-se em todos. A convivência entre os dois clubes faz bem a qualquer atleta que deles conste, pois é como se houvesse uma troca de ideias, e se um nadador se sente menos apto em qualquer tarefa, o mais certo é que algum, ou mesmo alguns membros do outro clube o apoie e ajude.
Como atleta, sinto que só o facto de lá estar gente nova, diferente do resto dos treinos da semana, ajuda a que o ambiente no treino mude, e dê uma maior vontade de estar no treino. À sexta-feira, já os nadadores de ambos os clubes sabem que lhes espera um treino em conjunto, e isso é bastante positivo, pois um treino com “gente nova” faz bem, treina-se melhor e há sempre “um pouco mais para falar”. Ajuda a quebrar a rotina que são os treinos diários. Já no treino de sábado, por ser de manhã, há “uma certa ausência” de nadadores, e portanto a presença da malta do Foca é importante e ajuda a que não se sinta tanto essa dita ausência.
Por tudo isto, com tantos aspectos positivos, é óptimo ter “os foquinhas” por perto a fazerem-nos companhia. Espero que assim continue por muito tempo, se assim for possível.
Declarações de Mariana Lopes